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Início > Fórmula Natural > Saúde > Sinais de doenças em gatos: como identificar quando seu gato não está bem

gato triste

Sinais de doenças em gatos: como identificar quando seu gato não está bem

  • 14/01/2026
  • 09:44
  • Tempo de leitura: 4 minutos

Os sinais de doenças em gatos nem sempre são fáceis de identificar. Isso acontece porque os felinos têm o hábito de esconder dor e desconforto, o que pode fazer com que muitos tutores só percebam o problema quando a doença já está em estágio avançado.

Por isso, observar mudanças sutis no comportamento, na alimentação e na rotina do seu gato é fundamental para garantir um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz.


Por que os gatos escondem sinais de doenças?

Os gatos herdaram esse comportamento de seus ancestrais selvagens. Na natureza, demonstrar fraqueza significava se tornar presa fácil para predadores ou perder espaço para outros felinos.

Mesmo vivendo hoje em ambientes seguros, esse instinto permanece. Por isso, os sinais de que o gato está doente costumam ser discretos, exigindo um olhar mais atento do tutor.


Principais sinais de doenças em gatos

Segundo o médico-veterinário Gustavo Quirino, os sintomas de doenças em gatos variam conforme a enfermidade, mas alguns sinais são bastante comuns e merecem atenção:

Alterações no apetite e no peso

  • Redução ou perda total do apetite
  • Perda de peso progressiva
  • Diminuição de massa muscular

Mudanças no comportamento

  • Isolamento ou reclusão
  • Menor interesse por carinho ou brincadeiras
  • Agressividade repentina
  • Sensibilidade excessiva ao toque

Sinais físicos e clínicos

  • Queda excessiva de pelos
  • Pelagem opaca ou com falhas
  • Espirros frequentes ou nariz escorrendo
  • Olhos vermelhos ou com secreção
  • Vômitos e diarreia
  • Dificuldade para urinar ou defecar

Esses sinais indicam que algo não está bem com a saúde do gato e devem ser investigados.

Sinais de doenças específicas em gatos

Quirino aponta as principais doenças que acometem os felinos e os sinais específicos de cada uma delas que os tutores devem observar:

– doença renal crônica: o animal pode apresentar vômitos frequentes, perda do apetite e, consequentemente, perda de peso e de massa muscular, e ficar bastante indisposto;

– urolitíase (cálculo urinário): o gatinho pode começar a urinar fora da caixa de areia, aumentar o número de vezes que faz xixi ao longo do dia, a cor da urina pode se alterar, ficando mais avermelhada devido à presença de sangue, o animal fica mais agressivo, pois é uma condição que provoca bastante dor;

– doenças infectocontagiosas: dependendo do tipo de vírus ou bactéria, o gatinho pode apresentar distúrbios digestivos, como diarreia e vômitos, alterações respiratórias, como secreções, diminuição do apetite, perda de peso e de massa muscular. As doenças infectocontagiosas podem comprometer severamente a saúde do gatinho, levando até à sua hospitalização.

Quando o tutor deve procurar o médico-veterinário?

Assim que o tutor observar qualquer alteração física ou no comportamento do bichano, conforme explicado neste conteúdo, deve leve-lo ao médico-veterinário de confiança o mais rápido possível, pois só ele poderá examinar, fazer um diagnóstico preciso e indicar o tratamento mais adequado. “Independente de qual for a doença, quanto mais cedo o tutor procurar ajuda e o animalzinho for diagnosticado, maiores serão as chances de uma recuperação tranquila”, reforça Gustavo Quirino.

Ele lembra também da importância de levar regularmente o animal ao médico-veterinário e da realização de check-ups periódicos para acompanhar se sua saúde vai bem, mesmo que o gatinho pareça estar saudável.

Para finalizar, Quirino reforça que, ainda que os gatos tenham como principal característica sua independência, é fundamental que o tutor conheça muito bem seu companheiro: “Um olhar atento pode fazer toda a diferença para a saúde e o bem-estar do pet. Por isso, é muito importante que o tutor acompanhe de perto o comportamento do seu gatinho no dia a dia, prestando atenção no que é esperado: se ele é carinhoso, manhoso, brinca bastante, consome a quantidade de alimento recomendada, entre outros. Somente assim ele vai notar se algo está diferente, no caso do bichano mudar por conta de algum desconforto”.

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