Instituto Magnus

O Instituto Magnus nasceu com o propósito de se tornar para a sociedade um ambiente mais consciente e acolhedor para o próximo, e nada mais justo do que escolher o melhor amigo do homem para contribuir para essa mudança social. O cão-guia é a ferramenta de partida para a comunidade entender a importância desse tipo de inclusão, principalmente as dificuldades que uma pessoa com deficiência visual pode encontrar no dia a dia. O Brasil possui, aproximadamente, sete milhões de pessoas com alguma deficiência visual (IBGE) e menos de 200 cães-guias em atividade. Esses números motivam o Instituto Magnus a querer cada vez mais implantar esse serviço na comunidade e, para isso, conta com a ajuda de especialistas na área e de voluntários que buscam o mesmo objetivo: uma sociedade mais inclusiva e que proporcione equidade para todos. Para saber mais acesse: https://www.institutomagnus.org/

Notícias Instituto Magnus

Instituto Magnus busca voluntários para socializarem futuros cães-guias
Instituto Magnus busca voluntários para socializarem futuros cães-guias

Moradores de Itu, Salto, São Roque e Indaiatuba podem participar da formação dos animais. Socialização dura um ano e todas as despesas são arcadas pelo instituto

Há três anos, o Instituto Magnus realiza um trabalho muito especial: treina e doa cães-guias para serem os olhos de pessoas com deficiência visual de todo o Brasil. Inaugurado em 2018 em Salto de Pirapora, já doou mais de 40 cães, e para continuar sua atuação como entidade promotora da inclusão social e da cidadania destas pessoas em situação de vulnerabilidade, está buscando famílias socializadoras de futuros cães-guias. Moradores das cidades de Itu, Salto, São Roque e Indaiatuba podem participar, pela proximidade da sede do instituto, que oferece toda a assistência durante a socialização.

As famílias socializadoras têm papel fundamental no processo de formação de um cão-guia e sem elas, o trabalho para. Os voluntários recebem os filhotes em suas casas por um ano e têm a missão de apresentá-los às mais diversas situações do cotidiano, para promover seu desenvolvimento e acostumá-los às atividades do dia a dia. Além, é claro, de darem a eles tempo e amor. Durante este período, o Instituto Magnus é responsável pelas despesas com alimentação e assistência veterinária.

Adelaide Clotilde Binelli Bresciani é moradora da cidade de Indaiatuba e voluntária no Programa Cão-Guia. Há 02 meses  meses, socializa a labradora Poli: “Ter um filhote em casa é muito gostoso e gratificante, mas também exige comprometimento de todos os membros da família. Quando Poli chegou com sua alegria e afeto, pudemos sentir a maior empatia e compreensão pela causa. Além disso, apresentar o mundo a ela tem sido uma experiência de descoberta, até mesmo para nós, em relação à sociedade e lugares ao nosso redor. Com certeza essa experiência ficará marcada em nossas vidas, assim como as lembranças que teremos da Poli em nossos corações”, afirma.

(Precisaremos do nome completo do marido e filha: Ana Flávia Bresciani da Veiga e Fernando de Arruda Fanchini)

O desafio das famílias socializadoras é saber que depois desse período, os animais vão seguir sua missão: voltarão para o instituto, onde ainda ficam cerca de cinco meses em treinamento para se tornarem aptos a serem guias. Após formados, poderão ser doados para conduzir pessoas com deficiência visual de todo o Brasil.

“Em um trabalho voluntário como este sempre haverá julgamentos. As coisas que mais ouvimos desde o início do programa são: ‘Nossa, vocês são loucos, vão se apegar ao cão à toa! E na hora de devolver?’”, conta Vinícius Correia da Silva , morador de Salto e socializador do Luigi. “Mas quando o amor lhe transborda a alma, tudo que podemos oferecer é esse amor, que nos permite realizar essa doação de tempo e dedicação. É também o amor que nos fará ir às lágrimas quando o Luigi tiver que seguir sua jornada como cão-guia”, justifica.

(esposa Kamila de Matos Correia)

O gerente geral do Instituto Magnus, Thiago Pereira, destaca: “Para ser socializadora, a família deve entender que a causa de mudar a vida da pessoa com deficiência visual é ainda maior do que o amor que ela tem pelo animal, e que ele tem que seguir sua jornada, pois alguém que realmente precisa estará esperando por ele. O cão treinado para ser guia é um facilitador neste processo de inclusão, pois ele é responsável por oferecer confiança, segurança e promover a autonomia e independência do usuário”.

No Brasil existem apenas 133 cães-guias em atividade e mais de 7 milhões de pessoas com alguma deficiência visual, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, cerca de 600 pessoas estão inscritas a espera de um animal que poderá melhorar a sua vida. Em 2020, o Instituto Magnus entregou 12 cães e para este ano, a expectativa é entregar até 20 animais. A capacidade do Instituto Magnus é para treinar e doar 64 cães-guias por ano.

Para ser uma família socializadora

Os socializadores não têm custo nenhum para receber um cão em sua casa, pois todas as necessidades médicas e de treinamento são de responsabilidade do Instituto Magnus. Os voluntários precisam apenas:

– residir na região de Sorocaba, para que o animal possa contar com assistência veterinária de clínicas parceiras;

– acolher o cão por cerca de um ano e se comprometer a levá-lo para conhecer os mais diversos locais;

– ter tempo e disposição para realizar os treinos e rotina do filhote.

Os interessados em serem socializadores ou terem acesso a um cão-guia podem entrar em contato com o Instituto Magnus pelo site institutomagnus.org, na aba “família voluntária”, ou pelo e-mail contato@institutomagnus.org.

Instituto Magnus passa a formar cães-guias na região de Niterói
Instituto Magnus passa a formar cães-guias na região de Niterói

Organização busca famílias voluntárias para socializarem os animais em treinamento. A participação das famílias socializadoras é fundamental na formação dos cães

O Instituto Magnus, o maior centro de formação de cão-guia da América Latina, que tem sede na cidade de Salto de Pirapora, interior de São Paulo, passará a treinar cães para serem os olhos de pessoas com deficiência visual na região de Niterói. A partir de novembro, uma equipe de profissionais especializados, que conta com George Harrison, instrutor de cão-guia do instituto e referência na atividade no Brasil, realizará em Itaipuaçu, distrito de Maricá, o trabalho que já transformou a vida de dezenas de pessoas em todo o país. Desde setembro de 2018, quando foi inaugurado, o Instituto Magnus já doou 42 cães aptos a guiarem. Um número bastante expressivo, considerando que no país existem apenas 133 cães-guias em atividade e mais de 7 milhões de pessoas com alguma deficiência visual, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A organização é uma iniciativa sem fins lucrativos especializada na formação de cães-guias, e oferece gratuitamente assistência a pessoas com deficiência visual. A base de apoio que será instalada em Maricá terá capacidade para treinar e formar 18 cães por ano. Em Salto de Pirapora, este número chega a 64. Atualmente, existem cerca de 600 pessoas inscritas a espera de um animal que poderá melhorar a sua vida.

“Nossa intenção é contribuir com a inclusão social e promover a autonomia das pessoas com deficiência visual por meio da utilização do cão de assistência. O cão treinado para ser guia é um facilitador neste processo de inclusão, pois ele é responsável por oferecer confiança, segurança e promover a autonomia e independência. Além disso, causa interação social e, consequentemente, eleva a autoestima do usuário”, destaca Thiago Pereira, gerente geral do Instituto Magnus.

O processo para a formação de um cão-guia é longo e intenso, e neste caminho, o trabalho voluntário é fundamental. Antes de chegarem ao seu destino final, os cães são acolhidos por famílias socializadoras, que os recebem em suas casas pelo período de um ano e têm o papel de apresentá-los às mais diversas situações, para promover seu desenvolvimento e acostumá-los às atividades do dia a dia. Além, é claro, de darem a eles tempo e amor. O desafio dessas famílias é saber que depois desse período, os animais vão seguir sua missão: voltam para o instituto, onde ficam cerca de cinco meses em treinamento para se tornarem aptos a serem guias. Após formados, poderão ser doados para conduzir pessoas com deficiência visual de todo o Brasil.

Com a instalação da base de apoio, o Instituto Magnus busca voluntários na região de Niterói. As famílias socializadoras têm papel fundamental no processo de formação de um cão-guia, pois sem elas o trabalho para. “É gratificante ver um pequeno, que não sabe fazer muito, se tornar um cão-guia, com essa importante missão, que é um verdadeiro milagre! Ele te faz feliz com o conjunto: com a companhia, as brincadeiras de um cão pet, seu desenvolvimento, e depois, ao seguir seu caminho com essa responsabilidade, gera ainda mais felicidade ver uma foto ou receber um agradecimento do seu usuário por termos contribuído com sua formação. Fico extremamente feliz com o destino de cada um”, incentiva Dalete de Souza, voluntária na região de Salto de Pirapora que já está em sua quarta socialização e não pretende parar.

Para ser uma família socializadora

Os socializadores não têm custo nenhum para receber um cão em sua casa, pois todas as necessidades médicas e de treinamento são de responsabilidade do Instituto Magnus. Os voluntários precisam apenas:

– residir na região de Niterói-RJ, para que o animal possa contar com assistência veterinária de clínicas parceiras;

– acolher o cão por cerca de um ano e se comprometer a levá-lo para conhecer os mais diversos locais;

– ter tempo e disposição para realizar os treinos e rotina do filhote.

Os interessados em serem socializadores ou terem acesso a um cão-guia podem entrar em contato com o Instituto Magnus pelo site institutomagnus.org, na aba “família voluntária”, ou pelo e-mail contato@institutomagnus.org.

Instituto Magnus e Genom
Instituto Magnus e Genom